07/09/2011

Escrever: muito prazer!


Esses textos refletem os resultados de um trabalho realizado com alunos do 1o. Ano do 2o. Ciclo, Professora Valdene, Escola Municipal Levindo Lopes, Belo Horizonte.

A partir de uma atividade sugerida pelo livro didático "Conhecer uma lenda criada pelos índios brasileiros - A lenda da mandioca”, os alunos tiveram que demonstrar a capacidade de síntese ao recriarem o texto.

Em pesquisa realizada no Google imagens, selecionaram figuras que retratavam a "Lenda da Mandioca", desenvolvendo a capacidade de análise.


A lenda da mandioca I

Nasceu numa tribo uma indiazinha.

De uma beleza intensa e pele branca.

Ela era diferente e os índios achavam que ela era protegida de Tupã.

Mani era alegre e muito feliz.

Mas um dia adoeceu e morreu. Ela foi enterrada ali perto.

E todos os índios choravam sobre sua sepultura.

Naquela úmida terra nasceu uma raiz marrom por fora e por dentro branca.

Os índios extraíram a raiz e fizeram comida e bebida. Eles achavam que era milagre de Mani.

Essa raiz foi chamado Manioca.

A lenda da mandioca II



A tribo inteira ficou surpresa quando nasceu Mani. Não tinha a pele bronzeada como as demais índias. E sabe por quê?

Porque cacique tivera um sonho que lhe revelara ser Mani dádiva sublime por descender de Tupã .

Os dias corriam calmos, sem guerras de outra pertubação. Mas Mani adoeceu, e morreu. Toda a tribo chorou a morte da protegida de Tupã, que foi sepultada num jardim.

Mani ficara gravada na mente dos índios que todos os dias visitavam a sepultura.

Tempo depois, durante a primavera, nasceu uma planta desconhecida sobre a  sepultura de Mani. Certo que era um milagre de Tupã, os índios cavaram e acharam várias raízes.

Foi assim que nasceu a (manioca) – hoje, mandioca! Significa corpo de Mani.

A lenda da mandioca III


A tribo inteira ficara surpresa quando nasceu Mani. Era muito banquinha e de beleza incomparável.

Embora não tivesse a pele bronzeada como as demais índias, todos gostavam de Mani. E sabem por quê?
Porque o cacique tivera um sonho que lhe revelara ser Mani dádiva sublime por descender de Tupã.

Os dias corriam calmos na tribo, sem guerras ou outra perturbação qualquer. Mas foi num desse dias que

Mani adoeceu. Morreu pouco depois. Toda a tribo chorou a morte da protegida de Tupã, que foi sepultada num jardim.
Mani ficara tão profundamente gravada na mente dos índios, que todos os dias eles visitavam sua sepultura.

E tanto choravam, que a terra que cobria o corpo de Mani estava sempre umedecida. E, dessa terra, brotou uma raiz escura por fora e branquinha por dentro – a nossa mandioca!